| 1 x de R$289,00 sem juros | Total R$289,00 | |
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| 5 x de R$69,24 | Total R$346,22 | |
| 6 x de R$57,96 | Total R$347,78 | |
| 7 x de R$49,89 | Total R$349,26 | |
| 8 x de R$43,79 | Total R$350,33 | |
| 9 x de R$39,04 | Total R$351,40 | |
| 10 x de R$35,33 | Total R$353,27 | |
| 11 x de R$32,29 | Total R$355,15 | |
| 12 x de R$29,73 | Total R$356,74 |
Frase autoral: “Enquanto marginalizar for fácil, amar será difícil.”
Este quadro propõe uma reflexão sobre as diferenças sociais, a marginalização e a falta de oportunidades que atravessam a vida de muitas pessoas desde o nascimento. A obra não se volta para a ideia de impunidade, mas para a consciência social, para o entendimento de que nem todas as trajetórias são construídas a partir de escolhas livres, mas, muitas vezes, de contextos marcados por vulnerabilidade, opressão e ausência de acesso a condições dignas de desenvolvimento.
As correntes simbolizam os ciclos de aprisionamento social e estrutural, representando também a população carcerária e os mecanismos que mantêm determinados grupos presos a destinos historicamente condicionados. Elas evocam não apenas o cárcere físico, mas também as amarras invisíveis impostas pela desigualdade, pela exclusão e pela repetição de realidades desestruturadas.
As folhas vermelhas surgem como símbolo do sofrimento acumulado, do sangue simbólico que atravessa sistemas opressores e das consequências humanas de estruturas que marginalizam antes mesmo de compreender as histórias individuais. O quadro convida a olhar para além do julgamento imediato, reconhecendo que, para muitas populações marginalizadas, a exclusão não é uma escolha, mas um ponto de partida socialmente embutido por contextos adversos e históricos.
A obra também aponta para a importância do amor como postura ética e social, aliada à necessidade de políticas públicas que favoreçam pessoas em situação de maior vulnerabilidade, para que a marginalização deixe de ser um destino previsível. Assim, o trabalho propõe uma reflexão simbólica sobre responsabilidade coletiva, empatia e transformação social diante de sistemas que, muitas vezes, reproduzem desigualdades e sofrimento.
Artista: TihTTA
Materiais: Correntes, tecidos, folhas secas e acrílico.
Dimensões: 22 cm x 22 cm x 3 cm.
